O vôo do chef

Blog gastronômico

Archive for janeiro 2011

The history of hot dog

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Hoje vamos colocar aqui a história/estória do cachorro-quente. Apesar de ter várias nuances, eu prefiro falar que é a história do hot-dog. Quem nunca comeu um, desde o mais simples ao mais caprichado! É fácil de fazer, cabe todos os gostos e temperos e pode-se comer praticamente em qualquer lugar. Para vocês poderem apreciar melhor, também vou colocar aqui a receita de um hot-dog que ganhou um torneio de hot-dogs em New York City.

Tradicionalmente, credita-se à cidade de Frankfurt, Alemanha, como local de origem da salsicha. A ponto de, em 1987, a cidade ter promovido um evento em comemoração aos 500 anos da iguaria, que teria sido inventada em 1484.

No entanto, algumas fontes indicam que o verdadeiro criador do produto teria sido o açougueiro alemão Johann Georghehner, da cidade de Coburg, no final do século 17. Ele teria, então, viajado a Frankfurt para divulgar sua novidade. Os moradores de Viena (Wien em alemão), na Áustria, chamam a atenção para o termo “wiener” como forma de provar que a invenção é deles.

Apesar da origem européia, a popularização da salsicha ocorreu nos EUA, a partir da contribuição de açougueiros europeus de várias nacionalidades que emigraram para aquele país.

Durante a Exposição Mundial de Colombo, uma feira que aconteceu em 1893 na cidade de Chicago, EUA, para comemorar os 400 anos de descobrimento da América por Cristóvão Colombo, o consumo de salsicha explodiu. Os visitantes gostavam do produto porque ele era fácil de comer, prático e barato.

No mesmo ano, salsichas tornaram-se o lanche padrão nos estádios de beisebol. O dono de um bar em St. Louis, Chris Von de Ahe, também proprietário de um time de beisebol, o St. Louis Brown, teve a iniciativa de vendê-las nos locais dos jogos.

Os primeiros sanduíches

Não se sabe ao certo quem teria sido o primeiro a servi-la com pão, mas um relato atribui a iniciativa a um imigrante alemão que teria vendido os sanduíches num carrinho de mão, durante a década de 1860, no bairro de Bowery, em New York, conhecido pelos saloons e frequência marginal.

Outro imigrante alemão, o açougueiro Charles Feltman, vendia tortas utilizando um carrinho para circular pelas ruas de Coney Island. Percebendo que não poderia competir com os pratos quentes dos restaurantes, decidiu vender um pequeno sanduíche com salsicha e pão, além da cobertura de mostarda e chucrute.

Em 1871, Feltman abriu uma banca, no mesmo distrito de New York, e vendeu 3.684 unidades no seu primeiro ano de trabalho. O sucesso inicial permitiu a Feltman abrir um restaurante, o Feltman´s German Beer Gardens. Em 1913, ele contratou Nathan Handwerker para ajudá-lo no restaurante por um salário de US$ 11 por semana.

Após Feltman aumentar o preço do sanduíche de 5 para 10 centavos de dólar, dois clientes do restaurante convenceram Handwerker a abrir o seu próprio restaurante e continuar vendendo o cachorro quente pelo antigo preço.

Além de manter os preços baixos, Handwerker adotaria uma estratégia de marketing inovadora para popularizar o seu restaurante: permitir que os médicos do hospital de Coney Island comessem hot dogs de graça — desde que estivessem devidamente vestidos com o uniforme do hospital. Assim, “atestavam” a salubridade dos sanduíches.

Invenção

O hot-dog como o conhecemos hoje, com o tradicional pão de cachorro quente, foi introduzido pelo comerciante de origem bávara Anton Feuchtwanger durante a Feira de Compras da Louisiana, na cidade de St. Louis, em 1904. Ele emprestava luvas brancas para que seus fregueses pudessem comer as salsichas quentes e picantes que fazia. A maioria das luvas não era devolvida e seu estoque começou a cair. Assim, ele acabou pedindo ajuda ao seu cunhado, que era padeiro. Este improvisou um novo tipo de pão que pudesse conter a salsicha. Estava inventado o popular cachorro quente.

Os americanos chamavam as “frankfurters” de “salsichas dachshund”. Esta raça de cachorro, originária da Alemanha, possui corpo comprido e pernas curtas, o que combinava bem com o formato das “frankfurters”.

O nome “hot dog” começou sua história em Polo Grounds, estádio dos New York Giants. Num dia frio de abril em 1906, o comerciante Harry Stevens, responsável pelos alimentos vendidos no estádio, não estava conseguindo vender sorvete e refrigerante e mandou seus funcionários comprarem todas as salsichas e pães que encontrassem.

Em menos de uma hora, eles estavam oferecendo os sanduíches utilizando tanques portáteis com água quente e gritando “They´re red hot! Get your dachshund sausages while they´re red hot!”, numa tradução livre algo como “Elas estão pelando! Peguem suas salsichas dachshund enquanto elas estão quentes!”

Ao mesmo tempo, o cartunista “Tad” Dorgan estava na cabine de imprensa do estádio e quase no final do prazo para enviar o seu cartum para a redação do jornal onde trabalhava, o The New York Journal. Ao ouvir os vendedores ele fez um cartum onde um cachorro bassê aparecia latindo, entre duas fatias de pão e coberto de mostarda.

Nos seus cartuns, Dorgan ridicularizava tipos alemães, os retratando como bassês falantes. Brincando com a crença popular de que as salsichas vendidas em Coney Island contivessem carne de cachorro e sem ter certeza de como escrever “dachshund”, ele simplesmente colocou “Get your hot dog!”, ou “Pegue o seu cachorro quente!”. O cartum fez muito sucesso e o nome pegou.

Os americanos consomem cerca de 20 bilhões de hot dogs por ano. Durante o campeonato americano de beisebol, eles comem 26 milhões de hot dogs. Cada americano come, em média, 60 hot dogs por ano. Steve Keiner ganhou competição nos EUA ao comer 21 e um quarto de hot dogs em 12 minutos.

Fontes: National Hot Dog and Sausage Council e Enciclopédia Britannica

Hot-dog first place (1 porção)

Ingredientes

1 Unidade Pão de hot-dog
1 Unidade Salsicha Frankfurt berna
2 Fatias American cheese (queijo-prato)
À gosto Farinha de alho ou alho picado frito
Á gosto Molho BBQ

Modo de preparo

Coloque água em uma panela com tampa e leve a fervura. Abaixe o fogo, adicione a salsicha e deixe por 5 minutos ou até estar pronta. Ligue o forno ao máximo. Passe a salsicha em uma frigideira para dar uma grelhada. Corte o pão no sentido do comprimento em cima, não do lado. Com as pontas dos dedos crie uma cavidade dentro do pão. Coloque a salsicha no pão, coloque as duas fatias de queijo em cima da salsicha. Espalhe a farinha de alho ou o alho picado em cima do queijo. A farinha de alho é difícil de ser encontrada, mas o alho picadinho e frito é fácil de se encontrar nos supermercados. Coloque no forno e deixe o queijo derreter. Quando você retirar o hot-dog do forno vai estar exalando um cheiro maravilhoso. Coloque molho BBQ à vontade e deguste-o.

Do it now!

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Written by ovoodochef

janeiro 30, 2011 at 5:17 pm

Publicado em Hi(e)stória, Receita

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Receita para o Gui III

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Gui, antes tarde do que nunca! Realmente não consigo colocar uma receita por semana para você, mas é melhor de vez em quando do que nunca….rs. Hoje vou colocar  aqui uma receita muito fácil e saborosa que cairá muito bem aí no verão do Rio. Esta receita aprendi em um programa de TV que a Debora Bloch estava fazendo às vezes de Chef de cozinha. Não sei se é uma salada de massa ou uma massa fria! Aqui vou chamá-la de Fusilli Caprese.

Fusilli Caprese

Ingredientes

500 Gramas Fusilli (macarrão parafuso)
X Litro água
1 Pacote Mussarela de búfala bolinha
1 Caixa Tomatinho cereja
1 Maço manjericão
q/n azeite
q/n sal
q/n Pimenta do reino moída na hora

Vamos ao Supermercado

Como na última receita que postei para você, hoje a lista também é muito simples. Primeiro vamos ao setor de massas. Você pode comprar qualquer marca de macarrão tipo parafuso, ou melhor, fusilli. Se você tiver com uma grana sobrando e quiser impressionar alguém, escolha uma massa de grano duro, tipo Barilla. No setor de legumes/verduras/frutas, compre uma caixinha de tomatinhos cereja e um belo maço de manjericão.  Na área de laticínios, pegue um pacotinho de mussarela de búfala em bolinhas. Os outros ingredientes você já deve ter em casa.

Modo de Preparo

Antes de iniciar, vamos discutir algumas questões. Primeiro, de forma geral, são 100 gramas de massa por pessoa. Para cada 100 gramas, você deverá utilizar 1 litro de água. Para salgar a água, você deverá utilizar 1 colher de sopa rasa para cada litro. Então agora que você já tem estas informações, coloque a quantidade de água para ferver em panela tampada. Assim que ferver adicione o sal, misture, adicione a quantidade de massa desejada. Aqui entra outra questão, colocar ou não colocar um fio de azeite para a massa não grudar? Eu particularmente não tenho colocado, mas é preciso que você mexa sempre a massa para preservá-la soltinha. Tampe a panela até retornar a fervura. Siga as instruções de tempo que vem na embalagem da massa. Para testar se a massa está mais “al-dente” ou mais macia, retire um fusilli da água quente (cuidade para não se queimar), coloque em um prato, tábua ou o que você tiver e parta a massa ao meio. Você poderá perceber uma parte mais branca no interior que é o amido ainda cru. Decorrido o tempo indicado, escorra a massa e deixe esfriar.

Enquanto esfria, lave os tomatinhos, o manjericão. Corte os tomatinhos no sentido do comprimento em duas ou quatro partes. Retire as folhas do manjericão (se for de um tipo de folhas grandes, pique-as). Corte as bolinhas de mussarela em fatias.

Quando a massa estiver fria, adicione os tomatinhos, as fatias de mussarela, o manjericão, sal e pimenta do reino à gosto e regue com vontade um bom azeite de oliva extra virgem. Deixe repousar na geladeira até a hora de servir.

Buon appetito!

Written by ovoodochef

janeiro 27, 2011 at 2:32 pm

Publicado em Receita para o Gui

Risoto de carne seca, abóbora e catupiry

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risoto carne seca

É incrível como com quase 6 meses de blog, eu ainda não tinha colocado nenhuma receita de Risoto. Eu aprendi fazer risoto antes mesmo de fazer arroz branco. Apesar da mística que envolve o prato, eu sempre achei muito fácil de fazê-lo. O bom que você pode fazer risoto de qualquer coisa, é relativamente rápido de fazer e o resultado quase todo mundo gosta. Hoje vou colocar um prato campeão, apesar de não ser dos mais simples, vale a pena porque você vai conseguir fazer um grande sucesso!

Ingredientes (p/2 pessoas)

Pasta de carne seca

100 Gramas Carne seca (compre do traseiro)
100 Gramas Abóbora picada (eu gosto de utilizar da pescoçuda)
1 Unidade Cebola grande picada
50 Gramas Catupiry
2 Colher sopa Cebolinha picada
q/n Caldo de carne
1 Colher sopa Manteiga sem sal
q/n Azeite extra virgem

 

Risoto

1 Xícara Arroz arbóreo ou carnaroli – 200 gramas (sem lavar)
2 Colher sopa Manteiga sem sal
1 Cálice Vinho branco seco
1 Litro Caldo de carne
1 Unidade Cebola média picada ou ralada
1 Dente Alho ralado/picad
Pasta de carne seca

Modo de preparo

Pasta de carne seca

Colocar pelo menos 12 horas a carne seca cortada em pedaços de molho em água fria, deixar na geladeira e trocar a água pelo menos 4 vezes. Colocar a carne na panela de pressão, cobrir com água e deixar cerca de 40 minutos (começar a contar quando começar a pressão).

Desfiar a carne. Pode ser com 2 garfos ou com a mão. Eu praticamente retiro toda a gordura, mas não é tão necessários.

Cozinhe a abóbora em pouca água até ficar desmanchando. Pode fazer um purê batendo no liquidificador ou espremer junto com a carne depois.

Colocar uma colher de manteiga e um pouco de azeite na frigideira, colocar a cebola. Fritar até clarear as cebolas. Adicione a carne e mexa bem. Colocar a abóbora, colocar a cebolinha e o catupiry. Se precisar pode colocar um pouco do caldo de carne durante o preparo para a pasta ficar mais homogênea e fácil de trabalhar.

Risoto

Aqueça em um frigideira funda (ou panela similar) 1 colher de sopa de manteiga, dourando nela a cebola, colocar o alho só até levantar o cheiro de alho.

Acrescente o arroz e frite em fogo alto e mexendo. Coloque o vinho branco e deixe evaporar um pouco (liberar o álcool). Vá sempre mexendo com uma colher de pau ou similar. Adicione aos poucos o caldo de carne e vá mexendo, sempre que começar a secar, adicione mais caldo. Cozinhe por cerca de 17 a 20 minutos. O arroz tem que ficar meio al dente. Acrescente a pasta de carne seca. Desligue o fogo. Acrescente a outra colher de manteiga e misture.

Dicas

– Use uma panela grossa e fundo largo, como uma frigideira funda ou uma caçarola larga.

– Mantenha o fogo alto e mexa sempre – com isso libera mais o amido e fica mais cremoso.

– Se vc quiser pode colocar um pouco de parmesão no final.

– Sirva imediatamente depois de pronto. Evite reaquecer, mas se for preciso, eu costumo na hora de reaquecer, colocar um pouco de água ou caldo para restaurar a cremosidade.

Abraços.

Written by ovoodochef

janeiro 12, 2011 at 5:50 pm

Publicado em Receita

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Os números de 2010

with 3 comments

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde deste blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog está em brasa!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

Um Boeing 747-400 transporta 416 passageiros. Este blog foi visitado cerca de 1,800 vezes em 2010. Ou seja, cerca de 4 747s cheios.

Em 2010, existiram 33 new posts, nada mal para o primeiro ano! Fez upload de 42 imagens, ocupando um total de 11mb. Isso equivale a cerca de 4 imagens por mês.

o dia mais acessado foi 27 de outubro com 156 views. O post mais popular do dia foi 15 regras para fazer um hamburguer perfeito!.

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram facebook.com, twitter.com, lc4.in, google.com.br e blogblogs.com.br

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por molho especial para churrasco, voo do chef, o voo do chef, qual o lado certo do papel aluminio e pernil jamie oliver

Atrações em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

15 regras para fazer um hamburguer perfeito! outubro, 2010
1 comentário

2

Pernil a Jamie Atala ou será a Alex Oliver? setembro, 2010

3

Chin-Chin para vocês… agosto, 2010
1 comentário

4

Molho especial para churrasco setembro, 2010
1 comentário

5

Papel alumínio tem lado certo para ser utilizado? agosto, 2010

Written by ovoodochef

janeiro 4, 2011 at 2:22 pm

Publicado em Curiosidade

New Year! New post! Ratatouille!

with 2 comments

Primeiro dia de um ano novo! Hoje começamos a escrever mais um capítulo de nossas vidas. Aproveito a ressaca das festividades de fim de ano, para realizar um balanço geral, ver o que fiz de certo ou de errado, traçar objetivos para este novo ciclo que se inicia. Tá certo que não é um planejamento tão meticuloso e que infelizmente boa parte deste planejamento são sonhos que o dia-a-dia acaba corrompendo. Eu sou canceriano e como todo bom canceriano, perco muito tempo sonhando acordado. Mas como é bom sonhar, sem os sonhos de algum maluco, a humanidade não teria chegado tão longe como na lua. Mas vamos voltar a terra…rs. É incrível como no último mês do ano bebemos e comemos tanto, não há dieta que resista e  fígado que não acabe sofrendo mais que o normal. E o pior é que no natal e ano novo, pelo menos aqui em casa, acabamos por perder as medidas, exageramos em fazer tanta comida para tão poucos. Muitos amigos reclamaram que não postei várias receitas para as festividades de final de ano. Culpa minha! A correria de fim de ano foi terrível e como queira colocar receitas com fotos, acabei deixando passar. De qualquer forma, lembrei aos nossos leitores de algumas receitas que caberiam muito bem para este objetivo. Acabei ficando surpreso pela quantidade de pessoas que fizeram a receita do pernil, e o retorno foi muito bom! Logo abaixo você poderá apreciar algumas fotos dos pratos que fiz para a ceia de natal.

 

Como quase nenhum blog gastronômico sobrevive sem receitas, dicas e outros assuntos. Hoje vou postar aqui uma receita de Ratatouille (pronuncia-se “ratatui”) que fiz para a ceia do ano novo. Confesso que desde  da época que vi o ratinho cozinheiro Remy prepara-lo no desenho da Disney, de mesmo nome, fiquei com água na boca e com vontade de experimentá-lo. O nome do prato vem de dois verbos franceses tatouiller e ratouiller, ambos com origem no verbo touiller que significa: remexer / agitar, que é a operação que está na base da realização do prato. Tradicionalmente, o Ratatouille é um estufado de legumes, de origem camponesa, onde os legumes são cortados grosseiramente e levados a estufar numa caçarola. O ratinho deu um ar mais clean e inspirador, coisa que me fez ficar a fim de experimentá-lo.

Ingredientes

1 Unidade Abobrinha italiana cortada em fatias finas

Dica: Procure comprar legumes de mesma largura, fica mais bonito!

1 Unidade Berinjela cortada em fatias finas
2 Unidade Tomates cortados em fatias finas
q/n Sal
q/n Pimenta do reino
q/n Azeite de oliva extra virgem
Para o molho
5 Unidade Tomates sem pele e sem sementes
1 Dente Alho picado
½ Unidade Cebola picada
½ Xícara De azeite de oliva extra virgem
1 Punhado Alecrim
1 Punhado Manjericão
1 Punhado Tomilho
q/n Sal
q/n Pimenta do reino

Modo de preparo

Molho

Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Acrescente os tomates ( se você não quiser despelar e retirar as sementes do tomate, pode substituir por uma lata de tomates pelados). Deixe cozinhar por 5 minutos. Pique bem as ervas e adicione ao molho. Adicione o sal e a pimenta. Deixe alguns minutos. Leve ao liquidificar e bata bem. Retorne ao fogo para apurar o molho um pouco mais.

Legumes

Coloque em uma travessa que possa ir ao forno, uma camada do molho de tomate. Junte uma fatia de cada legume e vá repetindo o processo até preencher toda travessa. Tempere com sal e pimenta do reino moída na hora. Regue bem com azeite. Cubra a travessa com o papel manteiga. Leve ao forno pré-aquecido a 200º por aproximadamente 40 minutos ou até os legumes ficarem cozidos.

Se você quiser dá um tom gourmet aos seus convivas, sirva em porções individuais, colocando um pouco no centro do prato e enfeitando com molho que deve ter sobrado, Adicione um galho de erva e pronto!

Enjoy it!

Written by ovoodochef

janeiro 2, 2011 at 5:48 pm

Publicado em Receita

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